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Mais um dia como outro qualquer

August 7, 2011

Eu nem me lembro quando foi a ultima vez que eu dividi alguma coisa aqui… mas acho que deve ser igual a andar de bicicleta entre outras mais, tem coisas que a gente nunca esquece.

Tanta coisa já aconteceu e continua a acontecer…
Poucos sabem, mas varias coisas boas mudaram pra pior, algumas poucas novas surgiram e ocuparam espaço no vazio que ficou e com isso eu tenho vivido mudanças sem fim. Algumas pro meu bem e sobre o meu controle, outras nem tanto sei dizer, mas fato é que e com tudo isso muito nesse ano já se perdeu.
(E eu ando cansada de ter que guardar tudo isso pra mim).

Os dias viram semanas, que se transformam e meses e assim 2011 vai passando sem eu ver muito nada voltar pro lugar.
E é nessas horas em que eu mais do que nunca sinto saudade de quem eu um dia fui. Independente e auto-suficiente em todos os sentidos possíveis e imagináveis.

Não é novidade pra ninguém saber que dentro de mim tudo sempre esteve muito misturado, meio que de cabeça pra baixo e super fora de lugar, mas parece que quanto mais o tempo passa, mais isso tende a se tornar irreversível.
Acho que ser adulto tem muito a vez com criar e ter que resolver problemas…
(Não gosto).

Eu já perdi a noção de certo e errado a muito tempo e pior eu já nem sei mais o significado de varias coisas.
Eu estou ficando cansada de andar sem rumo e cada vez mais sozinha…
Eu posso ainda não saber o que quero da vida, mas uma coisa é certa, eu ando descobrindo o que eu não quero mais e isso toma cada vez maiores proporções.

A criança aqui não quer crescer, mas ja esta cansada de ser sempre chamada de infantil!
E por essas e outras que as vezes eu me seguro mil vezes pra não gritar a verdade pro mundo que dizer eu não sou feliz com as escolhas erradas que normalmente faço.
(Mas não assumo!)

O que vai ser do futuro eu não sei, e nem poderia saber se nem mesmo o presente eu tenho vivido direito, e isso me incomoda bastante.
Eu tenho problemas igual todo mundo, e talvez ate bem mais, mas diferentemente de muitos que eu encontro por ai, eu luto do meu modo até o fim.
E pra mim isso ainda não acabou!

Desculpem o transtorno, mas a minha vida ainda esta em plena construção!

Era tudo bobagem…

July 24, 2009

Demorei pra entender, mas acho que depois que perdi muitas e várias coisas, comecei a compreender. Mesmo sem ainda ver muito sentido nisso tudo.

Sempre reclamava dos problemas da minha vida, e não via nenhum problema nisso. Mas eu percebi que as pessoas mais próximas acabaram se cansando e, lógico se afastando (normal)…

Todos são na verdade como eu; precisam de uma novidade bombástica a cada novo dia, pra vida continuar tento graça; a diferença está naqueles que conseguem ver isso e nos que são os que eu denomino “cegos-sociais”. E sobre isso eu prefiro me abster.

Ando meio cética em relação ao amor…não à pessoa que eu amo , o Vitor Shalom, e que supostamente também já fez o mesmo por mim, mas sim, a esse sentimento que muitas vezes é talmente banalizado, e que, acaba perdendo o sentido real e coletivo (se é mesmo que se pode generalizar).

Uma vez eu escutei de alguém, e não quis muito acreditar, lógico porque estava apaixonadíssima… mas a frase era mais ou menos assim “eu te amo, não é bom dia”!

A lição demorou pra ser aprendida e hoje eu tiro muito disso, percebendo tudo sob um, outro espectro é que no fundo quem disse isso, por mais inveja minha que tivesse naquele momento, mais cedo ou mais tarde, estaria certa…

A gente não pode sair por ai dizendo eu te amo a torta e a direita, a gente precisa sentir e sentir isso com intensidade. E mais que isso, renovar esse sentimento a cada singolo dia por mais banal que parece ser! Porque é assim que as coisas se perduram, sendo renovadas, sendo reabastecidas…sendo valorizadas!

Estou meio deboli ultimamente pra isso, mas, espero me recuperar e reconquistar todas essas coisas boas com o tempo e dando muito mais valor e importância as simples risadas do dia a dia.

Eu já perdi a conta de quantas coisas eu já prometi aos outros e não fui capaz de cumprir nem metade…

Agora eu resolvi parar de querer mudar o mundo, e de querer transformar as pessoas.

Agora eu passei a prometer as coisas a mim mesma, porque é isso o que no final das contas realmente importa. Nada e nem ninguém pode ser mais importante do que eu, nada nem ninguém poderá viver a minha vida por mim e dos meus erros e desenganos só eu saberei e serei responsável no final disso tudo.

Bem, devo confessar que escrever é fácil, bonito e até bastante motivador, mas, isso não vai acontecer da noite pro dia… Então eu ainda tenho muito que me aprender. E eu sei muito bem disso…

No fundo, todas as coisas continuam iguais, no fundo todas as coisas mudaram pra caramba, mas agora eu que enxergo e percebo tudo diferentemente do que costumava (não) fazer.

E sabem o que é pior disso tudo, é se dar conta de que a “cura” pra que nada de ruim tivesse assim acontecido com tanta força, esteve ali sempre ao meu (ao nosso) alcance. E se chama tolerância…

Agora a gente percebe que eram tudo bobagens…mas que querendo ou não magoaram.

Quanto tempo gastamos com as coisas bobas e erradas heim meu amor?

Você consegue me dizer isso?

S2